Documento legal
Política de Privacidade
Versão 2026-10-22 · vigente desde 22 de outubro de 2026
Rascunho aguardando revisão jurídica. Este texto ainda não é o documento final.
Quais dados o Controle Consulta trata, por quê e com quem. Este texto descreve a estrutura do tratamento de dados; prazos de retenção, bases legais e o canal de atendimento ao titular dependem de revisão jurídica.
1. Quem é controlador e quem é operador
- A clínica contratante é a controladora dos dados dos seus pacientes: é ela quem decide o que é registrado, por quê e quem pode acessar.
- A empresa que mantém o Controle Consulta é operadora desses dados, tratando-os somente para operar o serviço contratado.
- A qualificação completa das partes e o que consta do contrato com a clínica são [A DEFINIR PELO JURÍDICO].
2. Quais dados tratamos
- Conta: nome, e-mail profissional, senha guardada de forma irreversível e registro das sessões abertas.
- Vínculo profissional: conselho profissional, registro e unidade federativa, quando preenchidos pelo profissional.
- Pacientes: os dados cadastrados pela própria clínica, como nome, data de nascimento, documento de identidade, telefone, e-mail, endereço, convenção de plano, observações administrativas, etiquetas, foto e anexos administrativos.
- Atendimento e conteúdo clínico: os registros que o profissional preenche no atendimento, os documentos clínicos emitidos e os anexos clínicos.
- Financeiro: procedimento, valores, forma de pagamento, entradas, despesas, rateios e repasses.
- Conversas: o histórico das mensagens trocadas com o paciente pelos canais que a clínica conecta.
- Registros técnicos: endereço de rede, navegador e páginas acessadas, quando a pessoa de usuária não desativa a gravação de cookies.
3. Para que usamos
- Operar o serviço: manter a conta ativa, autenticar a pessoa e rodar as telas de cada clínica.
- Executar o trabalho da clínica: agenda, prontuário, financeiro e relatórios são organizados a serviço da própria clínica.
- Enviar comunicações do sistema: convites de equipe, recuperação de senha, avisos de consulta e, quando a clínica ativa, lembretes por WhatsApp.
- Proteger o serviço e a conta: registrar acessos, recusar acessos indevidos e manter o histórico de auditoria.
- O sistema não usa os dados dos pacientes para publicidade, para treinamento de modelos de inteligência artificial ou para venda a terceiros.
- Cada finalidade com sua base legal é [A DEFINIR PELO JURÍDICO].
4. Quem pode acessar
- Dentro da clínica, o acesso depende de papel e de permissão, configurados pela própria clínica. Um papel administrativo não recebe, por padrão, acesso ao conteúdo clínico; a permissão clínica é concedida à parte.
- O profissional responsável enxerga os registros de atendimento que lhe competem, conforme as regras de acesso do sistema.
- Os acessos a conteúdo sensível são registrados em trilha de auditoria que o uso comum não consegue alterar.
- O suporte técnico do fornecedor não acessa o conteúdo clínico da clínica para resolver chamados. [A DEFINIR PELO JURÍDICO: procedimento formal de acesso em caso de incidente ou ordem judicial].
5. Com quem compartilhamos
- Supabase, que hospeda o banco de dados PostgreSQL, a autenticação e o armazenamento de arquivos do sistema. Os arquivos ficam em contêineres privados, sem endereço público.
- Vercel, que hospeda a aplicação. Os registros técnicos de execução do servidor podem ser gravados por ela.
- Resend, que envia os e-mails transacionais do sistema (convite, recuperação de senha e avisos do sistema).
- Google, apenas se e quando a clínica conectar uma conta do Google Agenda, para sincronizar horários.
- Meta, apenas se e quando a clínica conectar um número de WhatsApp, para enviar e receber as conversas daquele número.
- Nenhum dado de paciente é vendido ou cedido a anunciantes.
- A relação contratual com cada fornecedor e as garantias de tratamento são [A DEFINIR PELO JURÍDICO].
6. Onde os dados ficam
- Os dados da aplicação ficam em um banco de dados relacional e os arquivos em armazenamento privado, ambos operados pelo Supabase.
- A aplicação é hospedada na Vercel. A localização dos servidores, os países envolvidos e a eventual transferência internacional de dados são [A DEFINIR PELO JURÍDICO].
7. Por quanto tempo guardamos
- O tempo de guarda varia conforme a categoria do dado e conforme a obrigação legal e contratual da clínica que é controladora. Este documento não fixa prazo: a definição por categoria é [A DEFINIR PELO JURÍDICO].
- Registros de auditoria e de acesso são mantidos conforme a mesma definição acima.
- A exclusão ou o bloqueio de dados que a clínica ou o titular pedir é aplicado conforme o procedimento combinado com a clínica controladora.
8. Como protegemos
- Cada clínica é isolada por regras aplicadas no banco de dados: uma consulta feita por uma clínica nunca alcança os dados de outra.
- O acesso clínico é separado do administrativo por permissão, não por botão escondido.
- Os arquivos ficam em contêineres privados e são servidos por autorização verificada, sem endereço público.
- As contas aceitam segundo fator de autenticação, recuperação de senha e encerramento de sessões à distância.
- A trilha de auditoria registra quem abriu e o que alterou, e não pode ser corrigida pelo uso comum.
- Os registros técnicos de erro passam por redação automática: nome, e-mail, telefone, documento e conteúdo clínico não são gravados nos logs do sistema.
- Estas são as medidas implementadas no produto. A produção de cópias de segurança, a restauração testada e o plano contratado são [A DEFINIR PELO JURÍDICO e pela Gestão].
9. Direitos do titular
- A lei brasileira de proteção de dados reconhece ao titular o direito de saber o que é tratado, de obter acesso, de corrigir dados inexatos, de pedir a portabilidade, de bloquear ou eliminar dados desnecessários, de revogar o consentimento quando ele é a base, e de informação sobre compartilhamentos.
- Como a clínica é a controladora, o pedido é recebido pela clínica, que o encaminha a nós. O canal para receber o pedido e o prazo de resposta são [A DEFINIR PELO JURÍDICO].
- Este documento não declara conformidade legal: a operação é descrita, e a adequação à lei é objeto de revisão jurídica em curso.
10. Cookies
- O sistema grava cookies necessários para manter a sessão iniciada e lembrar a clínica ativa. Não usamos cookies de publicidade nem de acompanhamento entre sites.
- A base legal de cada cookie e o registro de consentimento, quando aplicável, são [A DEFINIR PELO JURÍDICO].
11. Alterações desta política
- Esta política pode ser atualizada. A versão e a data de vigência aparecem no topo da página.
- Quando houver alteração relevante, avisaremos por [A DEFINIR PELO JURÍDICO: meio de aviso e prazo de vigência da versão nova].
12. Contato
- Dúvidas sobre esta política podem ser enviadas ao contato de suporte informado neste site, ou a [A DEFINIR PELO JURÍDICO: endereço de e-mail, encarregado e prazo de resposta].